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escrever com as kids

  • Começa em: 7 de mai.
  • 320 Reais brasileiros
  • online

vagas disponíveis


programa

Nessa oficina vamos pensar sobre a infância e as ferramentas que ela nos oferece para escrever. Vamos ler textos que foram escritos para crianças e textos que trazem em si memórias ou procedimentos estéticos que podemos associar ao que entendemos por infantil. encontro 1: o que carregamos das crianças Pensaremos sobre memória e sobrevivências da infância em nós, lendo textos que trazem a figura da criança do passado como fundadora ou força motriz de acontecimentos do presente. Leremos Jamaica Kincaid, Ana Fátima, Natalia Ginzburg, Maya Angelou e Pedro Lemebel. A proposta de escrita será um levantamento de elementos de infância e produção a partir deles no presente. encontro 2: virar criança A infância é um solo fértil para procedimentos de linguagem e para comportamentos menos castrados pelo capitalismo patriarcal. A partir dessa ideia, traremos reflexões sobre a criança em si, o que entendemos como “infantil” na escrita, e o que esse virar criança oferece como proposta de linguagem. Leremos Adília Lopes, Beatrice Alemagna, Angélica Freitas, Tânia Bourbon e Herberto Helder. O exercício de escrita será uma investigação da infância a partir de procedimentos observados no encontro. encontro 3: a criança que eu quero perto Depois de pensar nas reminiscências e possibilidades da infância, trabalharemos com textos que foram produzidos em parcerias entre adultos e crianças, ou a partir de experiências vividas. Nos debruçaremos sobre textos de Madalena Freire, Maria Gabriela Llansol, Miriam Esposito e Gabriela Romeu. Escreveremos, então, imaginando uma parceria entre quem somos agora e a criança que fomos. encontro 4: escrever entre gerações Nesse último encontro, teremos um espaço de compartilhamento dos textos produzidos, depois pensaremos escritas que se colocam entre reflexões da fase adulta e elementos da infância. Leremos Leonardo Gandolfi, Julia Raiz, Kafka e Frank O’Hara. O exercício de escrita será a produção de um jogo de vozes: ser mãe/pai do que escrevo ou ser filhe do que escrevo? * Ana Carolina Assis é poeta e educadora. Trabalha na Biblioteca da Escola Oga Mitá e desenvolve diversos projetos de mediação de leitura. É de São Gonçalo, agora mora no Rio. Construiu a muitas mãos a Oficina Experimental de Poesia (2011 – 2018) e publicou com eles o livro-oficina Almanaque Rebolado (2017). Lançou os livros de poemas a primavera das pragas (7letras, 2019) e carinhoso (7Letras, 2021). Compõe a antologia As 29 poetas hoje (Companhia das Letras, 2021).


sessões


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